Considerando que ainda não deixamos a pandemia de Covid-19, o ato de usar máscara poderia ser um exemplo analisado pelos sociólogos clássicos? Escolha entre Émile Durkheim ou Max Weber e DEMONSTRE como o ato de usar uma máscara de proteção PODE SIM ser utilizado como o seu objeto de análise.
Durkheim criticava como aconteceu o processo de modernização e desenvolvimento de um sistema que não priorizava questões humanas ou sociais, e sim a produtividade e o aumento dos lucros, dessa forma, a crise gerada pelo Novo Coronavírus, seria um agravador desse cenário. O autor buscou entender o funcionamento das sociedades modernas a partir da importância da divisão do trabalho social, pois as pessoas "interdependem" cada vez mais da sociedade. Essa lógica de interdependência é fundada no fato de que cada indivíduo produz apenas sua parte específica e depende do trabalho do outro, por exemplo o motorista ao final de uma jornada de trabalho, depende do trabalho dos cozinheiros ou mesmo de padeiros – já que as atividades são muito especializadas, e com o adensamento das sociedades, requerem uma divisão maior do trabalho.
Assim, essa divisão social do trabalho torna-se uma necessidade e está presente em todas as formas de produção como indústria, comércio, agricultura e todas as demais esferas da vida social, como filosofia, política e direito. Ela tem como efeito mais notável tornar as funções sociais específicas e mais conectadas, não é necessariamente o mesmo que aumentar o rendimento das funções divididas, mas sim de gerar uma necessidade comum, que aglutina os indivíduos como uma sociedade, ou seja, que junte às pessoas. A divisão do trabalho social gera uma consciência comum às pessoas a partir de suas experiências comuns, que garante a coesão da sociedade
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Durkheim criticava como aconteceu o processo de modernização e desenvolvimento de um sistema que não priorizava questões humanas ou sociais, e sim a produtividade e o aumento dos lucros, dessa forma, a crise gerada pelo Novo Coronavírus, seria um agravador desse cenário. O autor buscou entender o funcionamento das sociedades modernas a partir da importância da divisão do trabalho social, pois as pessoas "interdependem" cada vez mais da sociedade. Essa lógica de interdependência é fundada no fato de que cada indivíduo produz apenas sua parte específica e depende do trabalho do outro, por exemplo o motorista ao final de uma jornada de trabalho, depende do trabalho dos cozinheiros ou mesmo de padeiros – já que as atividades são muito especializadas, e com o adensamento das sociedades, requerem uma divisão maior do trabalho.
Assim, essa divisão social do trabalho torna-se uma necessidade e está presente em todas as formas de produção como indústria, comércio, agricultura e todas as demais esferas da vida social, como filosofia, política e direito. Ela tem como efeito mais notável tornar as funções sociais específicas e mais conectadas, não é necessariamente o mesmo que aumentar o rendimento das funções divididas, mas sim de gerar uma necessidade comum, que aglutina os indivíduos como uma sociedade, ou seja, que junte às pessoas. A divisão do trabalho social gera uma consciência comum às pessoas a partir de suas experiências comuns, que garante a coesão da sociedade