OR 12 - Fluxo de Caixa Projetado Neste orçamento é preciso recuperar, mês a mês, o fluxo decorrente dos recebimentos das vendas e dos pagamentos de custos e despesas. Observe que esses fluxos, diferentemente dos fluxos econômicos da DRE Projetada, tem natureza financeira. Essa diferença é conhecida na contabilidade como “regime de competência” e “regime de caixa”. Neste orçamento de caixa, o que importa é oque efetivamente entra ou sai do caixa durante o período do orçamento (1º trimestre).
Compreender a diferença entre fluxo econômico e fluxo financeiro é vital para boa gestão e pode significar a diferença entre ter, ou não, sucesso nos negócios. E, como pôde perceber em orçamentos anteriores, os conceitos relevantes para essa compreensão são os relacionados a temporalidade das receitas e gastos versus a temporalidade dos recebimentos e pagamentos.
Adicionalmente, existem gastos que são relevantes do ponto de vista econômico, porém, não representam desembolso e, portanto, embora estejam incluídos nos custos e despesas do DRE, não estão presentes no orçamento de caixa. O exemplo clássico desse tipo de gasto é a depreciação.
O fluxo de caixa projetado é uma ferramenta essencial para a gestão financeira de uma empresa. Ele permite estimar as entradas e saídas de caixa de uma empresa durante um determinado período, como um trimestre, um semestre ou um ano.
O fluxo de caixa projetado é diferente do fluxo econômico, que estima as receitas e despesas da empresa. As receitas e despesas são registradas no momento em que são incorridas, independentemente de quando são recebidas ou pagas. Já as entradas e saídas de caixa são registradas no momento em que efetivamente ocorrem.
Por exemplo, uma empresa pode vender um produto em dezembro, mas receber o pagamento apenas em janeiro. Nesse caso, a receita será registrada no fluxo econômico de dezembro, mas a entrada de caixa será registrada no fluxo de caixa de janeiro.
O fluxo de caixa projetado é importante para a gestão financeira da empresa, pois fornece informações sobre a disponibilidade de recursos financeiros. Ele pode ser usado para:
Planejar o capital de giro da empresa: o capital de giro é a diferença entre os ativos circulantes e os passivos circulantes de uma empresa. O fluxo de caixa projetado pode ser usado para estimar a necessidade de financiamento para cobrir o capital de giro.
Tomar decisões de investimento: o fluxo de caixa projetado pode ser usado para avaliar a viabilidade de investimentos de capital.
Financiar o crescimento da empresa: o fluxo de caixa projetado pode ser usado para estimar a necessidade de financiamento para financiar o crescimento da empresa.
Além das diferenças entre o fluxo econômico e o fluxo de caixa, é importante destacar que o fluxo de caixa projetado não leva em consideração a depreciação. A depreciação é uma despesa que reduz o valor de um ativo ao longo do tempo. No entanto, ela não representa um desembolso de caixa, pois não ocorre um pagamento.
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O fluxo de caixa projetado é uma ferramenta essencial para a gestão financeira de uma empresa. Ele permite estimar as entradas e saídas de caixa de uma empresa durante um determinado período, como um trimestre, um semestre ou um ano.
O fluxo de caixa projetado é diferente do fluxo econômico, que estima as receitas e despesas da empresa. As receitas e despesas são registradas no momento em que são incorridas, independentemente de quando são recebidas ou pagas. Já as entradas e saídas de caixa são registradas no momento em que efetivamente ocorrem.
Por exemplo, uma empresa pode vender um produto em dezembro, mas receber o pagamento apenas em janeiro. Nesse caso, a receita será registrada no fluxo econômico de dezembro, mas a entrada de caixa será registrada no fluxo de caixa de janeiro.
O fluxo de caixa projetado é importante para a gestão financeira da empresa, pois fornece informações sobre a disponibilidade de recursos financeiros. Ele pode ser usado para:
Além das diferenças entre o fluxo econômico e o fluxo de caixa, é importante destacar que o fluxo de caixa projetado não leva em consideração a depreciação. A depreciação é uma despesa que reduz o valor de um ativo ao longo do tempo. No entanto, ela não representa um desembolso de caixa, pois não ocorre um pagamento.
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