Considerando as concepções “inatista” e “ambientalista” do desenvolvimento humano, analise o seguinte caso:

Ana Beatriz tem 10 anos e está na 3ª série. Apresenta dificuldades na leitura e interpretação de texto e se mostra dispersa durante as aulas. Quando lê, não compreende o que leu. Copia a lição da lousa, mas não entende o que está copiando. Seu rendimento escolar está abaixo do esperado. A mãe de Ana Beatriz é severa com a menina, colocando-a de castigo todas as vezes em que a menina tira notas baixas nas provas. O pai participa pouco do andamento escolar da filha e acredita que ela não “leva jeito” para o estudo. Ele justifica a filha dizendo que ela não nasceu para estudar porque é pouco inteligente e desde pequena se mostra lenta e preguiçosa. Já a professora da Ana Beatriz, acredita que por meio de recompensas, como elogios e prêmios sempre que ela conseguir um bom desempenho escolar, ela poderá ir, aos poucos, se interessando pela leitura e participará mais das aulas. A psicóloga da escola fez uma avaliação psicológica da menina através da aplicação de um teste de nível intelectual e de um psicodiagnóstico, de forma a confirmar ou não as hipóteses de rebaixamento intelectual ou de algum distúrbio neurológico que afetaria a aquisição da leitura e desencadearia a dispersão da aluna.

Selecione a alternativa que relaciona corretamente as concepções de desenvolvimento mencionadas com as opiniões dos adultos envolvidos no caso.

Escolha uma:
a. Mãe: Concepção ambientalista, pois acredita que poderá controlar o comportamento da filha; Pai: Concepção ambientalista, pois encara a preguiça como defeito de nascença; Professora: Concepção ambientalista, pois acredita que através da manipulação da menina, oferecendo estímulos positivos poderá alterar o comportamento em relação à leitura e desencadear o interesse da menina. Psicóloga: Concepção inatista, na medida em que considera a dificuldade da menina um distúrbio ou uma deficiência, isto é, algo que diz respeito ao potencial biológico.
b. Mãe: Concepção ambientalista, pois acredita que poderá controlar o comportamento da filha; Pai: Concepção ambientalista, pois mostra a crença de que a filha já nasceu pouco inteligente e lenta e não vai aprender; Professora: Concepção ambientalista, pois acredita que através da manipulação do meio, oferecendo reforço positivo como conseqüência do comportamento esperado, poderá modificar o comportamento da leitura e desencadear o interesse da menina. Psicóloga: Concepção inatista, na medida em que considera a dificuldade da menina um distúrbio ou uma deficiência, isto é, algo que diz respeito ao potencial biológico.
c. Mãe: Concepção ambientalista, pois acredita que poderá controlar o comportamento da filha; Pai: Concepção inatista, pois mostra a crença de que a filha já nasceu pouco inteligente e lenta e não vai aprender; Professora: Concepção ambientalista, pois acredita que através da manipulação do meio, oferecendo reforço positivo como conseqüência do comportamento esperado, poderá modificar o comportamento da leitura e desencadear o interesse da menina. Psicóloga: Concepção inatista, na medida em que considera a dificuldade da menina um distúrbio ou uma deficiência, isto é, algo que diz respeito ao potencial biológico.
d. Mãe: Concepção inatista, pois acredita que poderá controlar o comportamento da filha; Pai: Concepção ambientalista, pois mostra a crença de que a filha já nasceu pouco inteligente e lenta e não vai aprender; Professora: Concepção inatista, pois acredita que através da manipulação do meio, oferecendo reforço positivo como conseqüência do comportamento esperado, poderá modificar o comportamento da leitura e desencadear o interesse da menina. Psicóloga: Concepção inatista, na medida em que considera a dificuldade da menina um distúrbio ou uma deficiência, isto é, algo que diz respeito ao potencial biológico.
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