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Durante a análise gravimétrica por precipitação, o precipitado formado é calcinado e, posteriormente, pesado para que seja prosseguida a análise. Para determinação de íons Ca2+, por exemplo, o mesmo é precipitado na forma de oxalato de cálcio monohidratado (CaC2O4.H2O). Este precipitado é aquecido e pode formar dois produtos diferentes, que são dependentes da temperatura de aquecimento. Portanto, os precipitados provenientes da decomposição do CaC2O4.H2O são: Escolha uma: a. CaO e Ca. b. CaCO3 e CaO. c. CaO e C. d. CaCO3 e Ca. e. Ca e CO2.
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O pai deu uma bola de presente ao filho. Lembrando o prazer que sentira ao ganhar a sua primeira bola do pai. Uma número 5 sem tento oficial de couro. Agora não era mais de couro, era de plástico. Mas era uma bola. O garoto agradeceu, desembrulhou a bola e disse “ legal! “. Ou os que os garotos dizem hoje em dia quando gostam do presente ou não querem magoar o velho. Depois começou a girar a bola, à procura de alguma coisa. – Como é que liga?- Perguntou. – Como, como é que liga? Não se liga. O garoto procurou dentro do papel de embrulho. – Não tem nenhuma instrução? O pai começou a desanimar e a pensar que os tempos são outros. Que os tempos decididamente outros. – Não precisa manual de instrução. – O que é que ela faz? – Ela não faz nada. Você é que faz coisas com ela. – O que? – Controla, chuta… – Ah, então é uma bola? – Claro que é uma bola. – Uma bola, bola. Uma bola mesmo. – Você pensou que fosse o quê? – Nada, não. O garotinho agradeceu, disse “Legal!“, de novo, e dali a pouco o pai o encontrou na frente da tevê, com a bola nova do lado, manejando os controles de um videogame. Algo chamado MONSTER BALL, em que times de monstrinhos disputavam a posse de uma bola em forma de blip eletrônico na tela ao mesmo tempo que tentava se destruir mutuamente. O garoto era bom no jogo. Tinha coordenação e raciocínio rápido. Estava ganhando da máquina. O pai pegou a bola nova ensaiou algumas embaixadinhas. Conseguiu equilibrar a bola no peito do pé, como antigamente, e chamou o garoto. – Filho, olha. O garoto disse “legal“, mas não desviou os olhos da tela. O pai segurou a bola com as mãos e a cheirou, tentando recuperar mentalmente o cheiro do couro. A bola cheirava a nada. Talvez um manual de instrução fosse uma boa ideia, pensou. Mas em inglês, para a garotada se interessar. VERÍSSIMO, Luiz Fernando. A Bola. In: NOGUEIRA, Armando. O mundo é uma bola: crônicas, futebol e humor. São Paulo: Ática, 2006. p.20-22. Julgue as afirmativas a seguir em (V) Verdadeiras ou (F) Falsas. ( ) A crônica apresentada é um gênero textual composto por um tipo textual narrativo. ( ) A crônica “A bola” é uma narrativa de pai que presenteia o filho com uma bola. ( ) A sequência narrativa é a interação de elementos para a realização de um fato: o pai presenteia o menino com a bola, mas o menino se interessa pelo videogame. ( ) O desfecho se dá com o pai concluindo que, se tiver um manual em inglês, o menino irá se interessar pela bola. ( ) A crônica é narrativa e não apresenta nenhuma sequência descritiva. Agora, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
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O pai deu uma bola de presente ao filho. Lembrando o prazer que sentira ao ganhar a sua primeira bola do pai. Uma número 5 sem tento oficial de couro. Agora não era mais de couro, era de plástico. Mas era uma bola. O garoto agradeceu, desembrulhou a bola e disse “ legal! “. Ou os que os garotos dizem hoje em dia quando gostam do presente ou não querem magoar o velho. Depois começou a girar a bola, à procura de alguma coisa. – Como é que liga?- Perguntou. – Como, como é que liga? Não se liga. O garoto procurou dentro do papel de embrulho. – Não tem nenhuma instrução? O pai começou a desanimar e a pensar que os tempos são outros. Que os tempos decididamente outros. – Não precisa manual de instrução. – O que é que ela faz? – Ela não faz nada. Você é que faz coisas com ela. – O que? – Controla, chuta… – Ah, então é uma bola? – Claro que é uma bola. – Uma bola, bola. Uma bola mesmo. – Você pensou que fosse o quê? – Nada, não. O garotinho agradeceu, disse “Legal!“, de novo, e dali a pouco o pai o encontrou na frente da tevê, com a bola nova do lado, manejando os controles de um videogame. Algo chamado MONSTER BALL, em que times de monstrinhos disputavam a posse de uma bola em forma de blip eletrônico na tela ao mesmo tempo que tentava se destruir mutuamente. O garoto era bom no jogo. Tinha coordenação e raciocínio rápido. Estava ganhando da máquina. O pai pegou a bola nova ensaiou algumas embaixadinhas. Conseguiu equilibrar a bola no peito do pé, como antigamente, e chamou o garoto. – Filho, olha. O garoto disse “legal“, mas não desviou os olhos da tela. O pai segurou a bola com as mãos e a cheirou, tentando recuperar mentalmente o cheiro do couro. A bola cheirava a nada. Talvez um manual de instrução fosse uma boa ideia, pensou. Mas em inglês, para a garotada se interessar. VERÍSSIMO, Luiz Fernando. A Bola. In: NOGUEIRA, Armando. O mundo é uma bola: crônicas, futebol e humor. São Paulo: Ática, 2006. p.20-22. Julgue as afirmativas a seguir em (V) Verdadeiras ou (F) Falsas. ( ) A crônica apresentada é um gênero textual composto por um tipo textual narrativo. ( ) A crônica “A bola” é uma narrativa de pai que presenteia o filho com uma bola. ( ) A sequência narrativa é a interação de elementos para a realização de um fato: o pai presenteia o menino com a bola, mas o menino se interessa pelo videogame. ( ) O desfecho se dá com o pai concluindo que, se tiver um manual em inglês, o menino irá se interessar pela bola. ( ) A crônica é narrativa e não apresenta nenhuma sequência descritiva. Agora, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta. Escolha uma: a. F – F – F – F – V. b. V – V – F – V – F. c. V – V – V – V – F. d. V – F – F – F – V. e. F – V – V – V – F.
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