December 2019 2 219 Report
A espectroscopia de emissão se baseia na propriedade dos átomos neutros ou íons monoatômicos em estado gasoso de emitir, quando térmica ou eletricamente excitados, radiações com λ característicos nas regiões do UV-Vis. O conjunto de radiações emitidas por uma espécie constitui o seu espectro de emissão.

Ainda em relação à espectroscopia de emissão atômica e as modernas técnicas de ICP-OES e ICP-MS é correto afirmar que:

Escolha uma:
a.
A ICP-MS é uma técnica de detecção de multi-elementos que utiliza fonte de plasma quente para excitar os átomos ao ponto deles emitirem fótons de luz de λ característicos de um determinado elemento.

b.
As análises nos instrumentos de ICP-OES ocorrem sempre na configuração radial e podem cobrir limites de detecção de partes por milhão (ppm) a partes por bilhão (ppb).

c.
A diferença fundamental entre o ICP-OES e o ICP-MS é que na primeira o plasma é usado para gerar fótons de luz, e na segunda para gerar íons do metal de interesse.

d.
O número de fótons produzidos na técnica de ICP-OES está inversamente relacionado à concentração desse elemento na amostra de interesse.

e.
A geração de um número tão grande de átomos neutros permite que a técnica de ICP-MS atinja limites de detecção ao nível de parte por trilhão (ppt).
Please enter comments
Please enter your name.
Please enter the correct email address.
You must agree before submitting.

Lista de comentários


More Questions From This User See All
O pai deu uma bola de presente ao filho. Lembrando o prazer que sentira ao ganhar a sua primeira bola do pai. Uma número 5 sem tento oficial de couro. Agora não era mais de couro, era de plástico. Mas era uma bola. O garoto agradeceu, desembrulhou a bola e disse “ legal! “. Ou os que os garotos dizem hoje em dia quando gostam do presente ou não querem magoar o velho. Depois começou a girar a bola, à procura de alguma coisa. – Como é que liga?- Perguntou. – Como, como é que liga? Não se liga. O garoto procurou dentro do papel de embrulho. – Não tem nenhuma instrução? O pai começou a desanimar e a pensar que os tempos são outros. Que os tempos decididamente outros. – Não precisa manual de instrução. – O que é que ela faz? – Ela não faz nada. Você é que faz coisas com ela. – O que? – Controla, chuta… – Ah, então é uma bola? – Claro que é uma bola. – Uma bola, bola. Uma bola mesmo. – Você pensou que fosse o quê? – Nada, não. O garotinho agradeceu, disse “Legal!“, de novo, e dali a pouco o pai o encontrou na frente da tevê, com a bola nova do lado, manejando os controles de um videogame. Algo chamado MONSTER BALL, em que times de monstrinhos disputavam a posse de uma bola em forma de blip eletrônico na tela ao mesmo tempo que tentava se destruir mutuamente. O garoto era bom no jogo. Tinha coordenação e raciocínio rápido. Estava ganhando da máquina. O pai pegou a bola nova ensaiou algumas embaixadinhas. Conseguiu equilibrar a bola no peito do pé, como antigamente, e chamou o garoto. – Filho, olha. O garoto disse “legal“, mas não desviou os olhos da tela. O pai segurou a bola com as mãos e a cheirou, tentando recuperar mentalmente o cheiro do couro. A bola cheirava a nada. Talvez um manual de instrução fosse uma boa ideia, pensou. Mas em inglês, para a garotada se interessar. VERÍSSIMO, Luiz Fernando. A Bola. In: NOGUEIRA, Armando. O mundo é uma bola: crônicas, futebol e humor. São Paulo: Ática, 2006. p.20-22. Julgue as afirmativas a seguir em (V) Verdadeiras ou (F) Falsas. ( ) A crônica apresentada é um gênero textual composto por um tipo textual narrativo. ( ) A crônica “A bola” é uma narrativa de pai que presenteia o filho com uma bola. ( ) A sequência narrativa é a interação de elementos para a realização de um fato: o pai presenteia o menino com a bola, mas o menino se interessa pelo videogame. ( ) O desfecho se dá com o pai concluindo que, se tiver um manual em inglês, o menino irá se interessar pela bola. ( ) A crônica é narrativa e não apresenta nenhuma sequência descritiva. Agora, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
Responda
O pai deu uma bola de presente ao filho. Lembrando o prazer que sentira ao ganhar a sua primeira bola do pai. Uma número 5 sem tento oficial de couro. Agora não era mais de couro, era de plástico. Mas era uma bola. O garoto agradeceu, desembrulhou a bola e disse “ legal! “. Ou os que os garotos dizem hoje em dia quando gostam do presente ou não querem magoar o velho. Depois começou a girar a bola, à procura de alguma coisa. – Como é que liga?- Perguntou. – Como, como é que liga? Não se liga. O garoto procurou dentro do papel de embrulho. – Não tem nenhuma instrução? O pai começou a desanimar e a pensar que os tempos são outros. Que os tempos decididamente outros. – Não precisa manual de instrução. – O que é que ela faz? – Ela não faz nada. Você é que faz coisas com ela. – O que? – Controla, chuta… – Ah, então é uma bola? – Claro que é uma bola. – Uma bola, bola. Uma bola mesmo. – Você pensou que fosse o quê? – Nada, não. O garotinho agradeceu, disse “Legal!“, de novo, e dali a pouco o pai o encontrou na frente da tevê, com a bola nova do lado, manejando os controles de um videogame. Algo chamado MONSTER BALL, em que times de monstrinhos disputavam a posse de uma bola em forma de blip eletrônico na tela ao mesmo tempo que tentava se destruir mutuamente. O garoto era bom no jogo. Tinha coordenação e raciocínio rápido. Estava ganhando da máquina. O pai pegou a bola nova ensaiou algumas embaixadinhas. Conseguiu equilibrar a bola no peito do pé, como antigamente, e chamou o garoto. – Filho, olha. O garoto disse “legal“, mas não desviou os olhos da tela. O pai segurou a bola com as mãos e a cheirou, tentando recuperar mentalmente o cheiro do couro. A bola cheirava a nada. Talvez um manual de instrução fosse uma boa ideia, pensou. Mas em inglês, para a garotada se interessar. VERÍSSIMO, Luiz Fernando. A Bola. In: NOGUEIRA, Armando. O mundo é uma bola: crônicas, futebol e humor. São Paulo: Ática, 2006. p.20-22. Julgue as afirmativas a seguir em (V) Verdadeiras ou (F) Falsas. ( ) A crônica apresentada é um gênero textual composto por um tipo textual narrativo. ( ) A crônica “A bola” é uma narrativa de pai que presenteia o filho com uma bola. ( ) A sequência narrativa é a interação de elementos para a realização de um fato: o pai presenteia o menino com a bola, mas o menino se interessa pelo videogame. ( ) O desfecho se dá com o pai concluindo que, se tiver um manual em inglês, o menino irá se interessar pela bola. ( ) A crônica é narrativa e não apresenta nenhuma sequência descritiva. Agora, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta. Escolha uma: a. F – F – F – F – V. b. V – V – F – V – F. c. V – V – V – V – F. d. V – F – F – F – V. e. F – V – V – V – F.
Responda

Recomendar perguntas

Helpful Social

Copyright © 2026 ELIBRARY.TIPS - All rights reserved.